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É um produto químico (de tipo hormonal), que embora seja divulgado, amplamente, como um método "contraceptivo de emergência", não se trata de um método contraceptivo, mas de um método anti-implantatório, já que na maioria dos casos não impede a fecundação e sim a continuação de uma gravidez indesejada, ou seja é uma droga abortiva.

A Pílula do dia seguinte contém uma fortíssima carga hormonal, tendo a sua dosagem  equivalente aproximadamente a de 7 a 11 comprimidos das pílulas anticoncepcionais comuns de uso diário, atuando assim como uma “bomba hormonal” que atua de basicamente da seguinte forma: provocando alterações nas gonadotrofinas hipofisárias, interrompendo o desenvolvimento do folículo ovariano, provocando alterações tubárias e outras, mas, principalmente fazendo a descamação endometrial que vai ocorrer, justamente no local onde se implantaria uma nova vida, ou seja impedindo que o se o óvulo for fecundado se fixe na parede do útero da mulher (nidação) e se desenvolva; provocando assim um aborto  eliminado o óvulo fecundado (uma nova vida)  juntamente com um sangramento menstrual.

A empresa produtora e distribuidora da Pílula do dia seguinte na Nova Zelândia admitiu recentemente que este fármaco pode causar um aborto nas primeiras fases da gravidez. A companhia Schering Ltd, que tem a seu cargo a produção da Pílula do dia seguinte, distribui um folheto informativo que deve ser entregue às mulheres que adquirem o fármaco, no que claramente se indica que um de seus efeitos é evitar que o óvulo fecundado se aninhe ou implante nas paredes do útero, produzindo-se assim um aborto. (AUCKLAND, 2007-01-08 - ACI).

“está comprovado pelos últimos adiantamentos científicos da biologia molecular que a penetração do espermatozóide no óvulo marca o início da vida humana, e, portanto desde esse momento é um novo indivíduo único e irrepetível que possui toda a informação necessária para ir desenvolvendo suas capacidades”.

Dr. Juan Carlos Caprile
(diretor do Instituto de Bioética da Universidade Católica de La Plata)

 

A mulher que deseja tomar a Pílula do dia seguinte é orientada a tomá-la  em até 72hs após a relação sexual, levando-se em consideração que 90 segundos após a ejaculação, já se pode encontrar os gametas masculinos no endocérvice (porção interna do colo uterino), que em pouquíssimos minutos após a ejaculação já é possível encontrar espermatozóides em volta do óvulo  e que os espermatozóides podem sobreviver até mais de dois dias no interior da mulher, a concepção de uma criança pode ocorrer logo após o ato sexual do casal, ou pode se dar em alguns dias depois, significando assim que a Pílula do dia seguinte  terá como seu objetivo, nestes casos, a eliminação do óvulo fecundado (um bebê) em suas primeiras 72hrs de vida.  Fora deste período a Pílula do dia seguinte dificilmente provocará um aborto, entretanto as chances de uma criança com deformidades congênitas são enormes, pois a carga hormonal presente na Pílula do dia seguinte afetará diretamente o bebê em questão.

Um aborto será sempre um crime ediondo e covarde, visto que é feito contra um ser completamente indefeso e incapaz de fazer o mal,  por isto será também sempre um pecado gravíssimo contra Deus e contra o próximo, ainda que diante de uma situação de estupro por exemplo.

Transtornos a Saúde da Mulher Usuária:

- Problemas no sistema circulatório;
- Trombose (um coágulo dentro do vaso sanguíneo impedindo o fluxo normal do sangue, podendo causar morte da pessoa em questão);

- Irregularidades menstruais;

- Surgimento de acnes;
- Náuseas;
- Dores nas mamas;
- Vômitos.

Links Relacionados:

Artigos
- Direito de Decidir ( Giselle Maia )
- O Embrião é um de nós (D. Estevão Bettencourt -osb)
- Carta de Madre Teresa sobre o aborto
- Filha de Deus e não de um estupro (prof. Felipe Aquino)
- Declaração sobre a chamada “Pílula do dia seguinte” (PONTIFÍCIA ACADEMIA PARA A VIDA)

WEBTV
- Por que dizer não ao aborto?
- As consequências do aborto.

 

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