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Anticoncepcionais orais (pílulas)
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A pílula foi desenvolvida por dois médicos americanos entre 1950 e 1955, Gregory Pincus e Carl Djerassi, incentivados pela feminista e ativista social Margaret Sanger (que inventou o termo "controle do nascimento") e Katharine McCormick, uma rica herdeira industrial, que financiou a pesquisa que levou, dentro de uma década, à comercialização do primeiro anticoncepcional oral. Chamava-se Enovid e foi colocada no mercado em 1961, pela Searle.

As pílulas anticoncepcionais são comprimidos  que contém hormônios que provocam na mulher uma “PSEUDO GESTAÇÃO”, cujo os principais efeitos metabólicos são:

  • Alteram o ciclo menstrual feminino;
  •  impedem  a ovulação;
  • inibem a produção de muco fértil e produzem muco do tipo infertil, fazendo-se assim uma barreira aos espermatozóides e a sobrevivência deles ( atuando como um anticoncepcional);
  • perturba o padrão de crescimento normal do endométrio, para que o mesmo não seja capaz de nutrir o ovo e impedi-lo de aninhar-se ao útero (implantação no útero) no caso de uma possível fecundação, sendo este efeito atimplantatório e abortivo.

Perigos:
 
Quando o Uso de Anticoncepcionais Orais é Proibido:
 
A FDA (Agência de Administração de Comestíveis e Medicamentos dos E.U.A)  aconselha as mulheres a não utilizarem a pílula, se apresentarem as seguintes condições:

  • Coágulos nas pernas ou no pulmão
  • Angina pectoris (dores no coração)
  • Câncer reconhecido ou suspeito nos seios ou órgãos reprodutores
  • Sangramento vaginal, fora do comum, que ainda não tem diagnóstico
  • História familiar de câncer no seio
  • Nódulos no seio, enfermidade fibroquística do seio, ou um mamograma anormal.
  • Diabetes
  • Pressão alta de sangue
  • Alto nível de colesterol
  • Fumar cigarros. Mulheres que fumam correm um risco 5 vezes maior de terem um ataque cardíaco que uma mulher que não fuma e utiliza a pílula e 10 vezes maior que uma mulher que não fuma nem usa a pílula.
  • Enxaquecas
  • Enfermidade de coração ou rins
  • Epilepsia
  • Tumores fibróides do útero
  • Doenças da vesícula biliar
  • Depressão

 

Efeitos Nocivos da Pílula:

A pílula sem dúvida faz o que propõe. Evita a gravidez. Entretanto, traz com seu objetivo uma série de reações adversas graves e em muitos casos irreversíveis, afetando todo o sistema de órgãos do corpo. Mais de trinta (30) efeitos colaterais foram documentados nas revistas médicas, nos boletins de informações dos ministérios da saúde de vários países, e nos conselhos de eminentes organizações médicas ( tais como a Organização Mundial de Saúde, o Colégio Real Britânico de médicos Gerais, e a Administração de comestíveis e medicamentos nos EUA)

Muitos dos Efeitos colaterais são tão graves e tão comuns que vale a pena mencioná-los:

  • Trombose
  • Ataques do coração
  • Hipertensão
  • Derrame
  • Doenças da Vesícula Biliar
  • Tumores do fígado
  • Deformidades Congênitas no caso de falha da mesma e de uma fecundação, podendo a criança nasce com deformidades de coração, deformidades nos braços e pernas, anormalidades nos órgãos genitais nos nenês masculinos etc.
  • Câncer dos Órgãos Reprodutores
  • Tumores do seio
  • Irregularidades menstruais
  • Infertilidade pós-pílula
  • Infecções
  • Enxaqueca
  • Náusea
  • Diabetes
  • Depressão, irritabilidade e perda do interesse sexual ( 6% das usuárias apresentam estas reações)

 

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