Colocam barreiras para bloquear o caminho do espermatozóide, interferindo assim no processo natural da procriação. Além de serem incômodos para manipular, podem falhar, produzir alterações psíquicas, afetar a sensibilidade e causar infecções, alergias ao látex ou lesões locais.
Informações importantes sobre o preservativo na prevenção de Doenças Sexualmente transmissíveis:
Quando surgiu a AIDS o governo do Estado de Seattle, EUA, recomendava o uso do preservativo para evitar a contaminação entre os cidadãos. O Governo distribuía a “camisinha” em larga escala. Observou-se, entretanto, que apesar do forte programa de preservativos os contágios pela AIDS aumentava assustadoramente.
O assunto foi estudado pelo “ Public Education Committee”, que publicou em novembro de1989, seu relatório. Foi constituída uma comissão de especialistas, presidida por Richard Smith, especialista em doenças sexualmente transmissíveis (DST), com mais de 20 anos de experiência. Depois de estudar todo o processo de fabricação e distribuição dos preservativos e exames em laboratório constatou que:
- O vírus da AIDS é de 450 vezes menor que o espermatozóide;
- Os poros, as fissuras do látex de que é feito o preservativo é de 50 a 500 vezes maiores que o tamanho do vírus;
- As mudanças de temperatura no transporte, armazenamento e na distribuição alteravam a resistência do preservativo fazendo com que se rompam mais facilmente.
Com o resultado, a advocacia do Estado de Seattle aconselhou o Governo a não prosseguir com o programa porque os contaminados poderiam acionar o Estado pedindo indenização.
Há pouco tempo, já no Governo do Presidente Bill Clinton, constatando-se o aumento extraordinário dos índices de Doenças sexualmente transmissíveis como a AIDS, Gonorréia, Clamídia etc. resolveu o Governo mudar o foco de sua campanha. Iniciou-se um programa, em vigor até hoje, para definitivamente reduzir o número de casos de infecções das DSTs e da gravidez na adolescência.
O programa, com slogam “Quem ama espera” destinado às escolas americanas recebeu uma dotação de 500 milhões de dólares para 5 anos de duração. Propõe o programa a castidade e a fidelidade conjugal como único meio de evitar as DSTs. Juntamente com outros programas de castidade promovidos por organizações religiosas já conquistou muitos jovens. Surgiram centenas de “clubes de castidade” constituídos não somente dos jovens castos mas sobretudo de jovens na “segunda virgindade”. Na segunda virgindade estão os jovens que anteriormente tinham uma vida promíscua e depois de um complexo exames de saúde e tratamento se comprometem, publicamente, perante outros a se absterem de atividade sexual até o casamento. Está sendo moda especialmente nos dias de hoje, nos EUA, jovens das mais diversas religiões entrarem para os “ Clubes de Castidade”
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(Trecho da mensagem do Presidente Bush aos participantes do Encontro Internacional sobre Abstinência em Miame, realizado nos dias 26-28 de julho de 2001) |