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Paternidade Responsável
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“Segundo, a paternidade e maternidade responsáveis, ideal fortemente pregado por meu Predecessor Paulo VI, exclui métodos anticoncepcionais artificiais que não respeitam a dignidade das pessoas e dos casais. Por isso, nas suas iniciativas em favor de um crescimento normal e equilibrado da população, os poderes públicos não têm o direito de promover o aborto, a esterilização em massa, a propaganda indiscriminada de meios artificiais para limitar filhos. O planejamento por métodos naturais, contribui para a educação e o crescimento dos casais, sobretudo nos ambientes mais carentes. A exigência da paternidade e maternidade responsáveis deve ter um amparo legal eficiente. O nascituro tem o direito não só a nascer, mas a nascer fruto do amor responsável e não de uma aventura, a encontrar carinho, dedicação e proteção num lar bem organizado.” João Paulo II- Encontro com as crianças na Baixada do Bonfim,  em Salvador a 20 de Outubro de 1991.

Compreendendo que fomos criados a imagem e semelhança de um Deus que é Criador e Gerador de vida; no desejo de estarmos em harmonia com o Concílio Vaticano II que nos diz que o “amor é fecundo” e que “está ordenado naturalmente à procriação” e que “os filhos  são o dom mais excelente do matrimônio”; acreditando que os filhos contribuem grandemente para o bem dos pais, a Comunidade Família de Nazaré, inspirada pelas Encíclicas Humanae Vitae  e pela Familiaris Consortio e outros documentos da Igreja Católica, orienta casais para uma paternidade responsável.

O que é Paternidade Responsável?

“É o modo inteligente e livre com que os cônjuges procedem respeitando as leis da vida e as leis de Deus e cooperando com Ele da maneira mais adequada.” (Dom Rafael Llano Cifuenttes)

Requisitos específicos para uma Paternidade responsável:
Segundo a Humanae Vitae destacamos os seguintes:
1.
Respeito aos processos biológicos de geração. Ou seja, proceder respeitando a moralidade do ato conjugal. Utilizando apenas os métodos  considerados pela Igreja como lícitos;
2.
“A deliberação ponderada e generosa de fazer crescer uma família numerosa, ou a decisão tomada por motivos graves e com respeito pela lei moral de evitar, temporariamente, ou mesmo por tempo indeterminado, um novo nascimento";
3.
O domínio do instinto sexual para poder viver se necessário, a continência periódica.